Diretor Mike Nichols está de volta e dirige elenco de estrelas em drama político sobre o Afeganistão

Jogos do Poder
(Charlie Wilson’s War)
(Drama, EUA, 2007. Direção de Mike Nichols. Com Tom Hanks, Julia Roberts e Phillip Seymour-Hoffman. Duração 01h37min.)

Três anos após ter realizado o excelente Closer – Perto Demais, o diretor Mike Nichols – na flor dos seus 76 anos de idade – está de volta na direção deste drama baseado em fatos reais que estréia em 114 salas de cinema brasileiras em lançamento da Universal nesta sexta-feira (29/fev). O roteiro é adaptado do livro do jornalista George Crile, e mostra a história real de um trio de pessoas influentes encarregado de realizar operações secretas por todo o mundo, que se vê em apuros no Oriente Médio.

Tom Hanks (Filadélfia, Forrest Gump) vive o congressista texano Charlie Wilson, bon-vivant que vive cercado de champanhe e belas mulheres, mas que se diferencia dos colegas de congresso por seu interesse em política externa. O político é convidado a visitar um campo de refugiados afegãos naquele país, onde descobre grandes atrocidades da guerra, ao lado de sua assistente Bonnie Bach (Amy Adams, de Encantada).

Charlie une forças junto a um agente descrente da CIA chamado Gust Avrakotos (Phillip Seymour-Hoffman, de Capote e Missão: Impossível 3) e a uma mulher da alta sociedade de Houston de nome Joanne Herring (Julia Roberts, de Erin Brokovich e O Sorriso de Mona Lisa). Juntos, os três formam alianças em nome dos EUA com o Paquistão, Israel e Egito, ao mesmo tempo em que financiam os rebeldes afegãos em sua luta contra a União Soviética na década de 80. Esses esforços contribuirão para a queda desse regime e para colocar um fim à Guerra Fria.

Ao contrário de Tom Hanks e Julia Roberts, que passam boa parte do tempo interpretando a si mesmos em roupas oitentistas e um sotaque texano pra lá de brega, o coadjuvante Phillip Seymour-Hoffman vai além e cria um sujeito totalmente novo para a sua já extensa galeria de ótimos personagens. Não à toa foi mais uma vez indicado ao Oscar – e até poderia ter ganhado se não existisse um igualmente talentoso Javier Bardem em seu caminho (que acabou levando o prêmio no último domingo).

O filme vem tendo um bom desempenho nas bilheterias. Custou aproximadamente US$ 75 milhões e já arrecadou pouco mais de US$ 103 milhões nos cinemas do planeta desde sua estréia, hà exatas 10 semanas.

Veja aqui o trailer do filme em Quick Time.

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